Responsive Design (kind of) Demystified: A Starter Kit

September 19, 2014This talk is a primer on responsive design. It covers a lot in a short period of time but you’ll walk out knowing the basics of how to put together a responsive layout, hear about some new tools for you to learn on your own, and get a little glimpse into the future of responsive websites.We’ll briefly mention making or choosing a responsive WordPress theme, but we’re mostly talking HTML and CSS here. And we’ll try to keep it simple. In the world of design, simplicity is a beautiful thing.

via Dan Jaworsky: Responsive Design (kind of) Demystified: A Starter Kit.

LIBERDADE DE IMPRESSÃO

Quais são os últimos avanços tecnológicos da indústria impressa que fizeram uma diferença significativa na maneira que interagimos com esta mídia? Esta pergunta é frequente quando se fala na “morte da mídia impressa”. Felizmente, pessoas como Tim Milne da Artomatic tem uma visão “transcendental” e uma explicação até “existencialista” na prática de apreciar a mídia impressa, seu modo de ver e avaliar a essência desta mídia é muito interessante.

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A pergunta que deveria ser feita seria “Como os avanços nas outras mídias afetarão a industria de mídia impressa?” Como a mídia digital libertará a mídia impressa”?. Se passaram séculos e as pessoas simplesmente aceitaram as regras básicas da arte impressa: uma vez impressa, o resultado não pode ser mudado com um “Ctrl+Z”.

A mídia digital não sofre desta e de outras limitações, para alguns básicas, que de certo modo acaba restringindo sua eficácia na produção final do material impresso. Mídias digitais não requerem montanhas de dinheiro que servem caso algo saia errado: Você só precisa, basicamente, de um computador descente em seu quarto, uma conexão de internet e algum conhecimento tecnológico para fazer as coisas funcionarem produzindo para a mídia digital. Até a informação e sua maneira de trabalhar de fazer, sua arte muda conforme as últimas tendências, instantaneamente.

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Mídia digital irá trazer mais informação ao usuário do que somos capazes de imaginar. Com servidores remotos, nuvens de dados, Dropboxes e afins, poderemos guardar dados em quantidades massivas e, até certo ponto com segurança. Informações não terão limites de folhas e armazenamento. Nestes aspectos, entre outros, a mídia digital irá tomar o ‘papel’ que a mídia impressa tem feito ao longo dos séculos.

Agora a parte interessante.

Como os pintores impressionistas reagiram ao invento da câmera fotográfica, a mídia impressa se libertará para fazer um papel que está voltado para o espírito, a alma, a essência do objeto em si. Será um raro item de colecionador ter uma revista ou qualquer outra obra impressa em casa pois a experiência de possuir algo palpável é inigualável. Ao invés de dados, 0s e 1s, CDs e pendrives que podem ser descartados a qualquer momento, o objeto impresso tem e sempre terá um valor único, uma presença quase que atormentadora na estante de seu quarto, pois “um quarto sem livros é como um corpo sem alma”.

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As vezes, em certas ocasiões, eu tenho a impressão que minha vida não passa de dados gravados em CDs, em HDs e outras mídias, guardados em cases e em máquinas que a qualquer momento podem parar de funcionar e, metaforicamente, acabar com minha vida, como já aconteceu várias vezes nos primórdio dos HDs externos e nos CDs com data de validade. Lógico que a tecnologia evoluiu e agora eu me sinto muito mais seguro, mesmo assim, saber que tudo que possuo, tudo que sou está gravado num CD ou DVD me deixa desolado quando eu realmente penso nisso. Eu sou um número de RG, pois é praticamente a única coisa palpável que garante que eu sou quem eu afirmo ser. Enquanto minha arte, se é que posso dizer isso, está em sites, blogs que raramente tem visitantes e em DVDs amontoados pela minha mesa. Vendo por este prisma, é depreciativo, mas é fato, é a alternativa que tenho no momento. Eu me sinto desconfortável com essa situação, sinceramente vou ser pessoal nesta afirmação que eu não me sinto bem sabendo que o que tenho de mais valioso em termos profissionais estão guardados em DVDs e afins. Talvez eu esteja divagando demais.

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Voltando ao tema, como a pintura, a impressão teve seu começo com uma simples linha desenhada, a mais básica forma de comunicação entre seres humanos, antes até mesmo da fala e provavelmente começou praticamente na mesma época do que a música.

Um material impresso tem presença física, tem alma, espírito, e pode conversar com você de formas que vão além da mera informação. Pode fazer cócegas nas suas emoções. Pode lhe dar uma sensação de ser proprietário, ser parte de alguma coisa, de um drama, de ter importância.

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Toda forma de impressão dever ser ambiciosa na sua concepção. Tanto no conteúdo quanto na forma. Quando é feito de maneira apropriada, com certeza as pessoas vão comprar a ideia. Assim, se abrirão portas para uma relação contínua com o leitor, ou proprietário. Você dará uma degustação antes que eles possam pensar. Só precisa ser um objeto bem pensado, que exige criatividade para causar ‘impressão’, com informações curtas e saborosas. Simplesmente uma coisa bonita e interessante impressa. Paul Hand já dizia que “você não precisa ser extraordinário, você só precisa ser bom.” Uma frase aparentemente simples mas se for estudada, trará respostas inesperadas e inspiradoras.

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Conforme as tecnologias evoluem para um novo mundo midiático (muito em função do dinheiro), a mídia impressa irá descobrir seu real valor, seu verdadeiro poder de persuasão. Para desfrutar destas maravilhas artisticas que o tempo mostrará, você terá que começar a olhar para esta mídia com outros olhos, os olhos da compreensão e procurar arte de pessoas que entendem sobre os valores desta nova ordem, desta libertação da impressão. 

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Baseado no artigo de Tim Milne – ARTOMATIC.

PLACES

tunel

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

I HAVE GONE TROUGH A PLACE WHERE

A MIGHTY UNIMAGIBLE FORCE OF

ONE THOUSAND DEMONS

WAITS TO EAT OUT YOUR SOUL.

I CAME OUT THE OTHER SIDE

STRIPED BARE NAKED.

LYING DOWN ON THE GROUND

WAS WHERE I REALIZE MY

REBORN.

PURE.

NOW,

I GOT BACK MY SOUL,

I TRY TO NEVER LOOK BACK,

YET AGAIN.

THERE IS MORE THAN ONE PATH FOR ETERNAL BLISS.

IT MIGHT JUST BE TROUGH DARKNESS THAT REAL BLISS

REVEALS ITSELF AND THEN…..

IT HEATS YOU……

YOU FEEL ALIVE

ONCE AGAIN, OVER AND OVER,

FOREVER.