MEMÓRIA DO FUTURO

A MEMÓRIA DO FUTURO pode ser visualizada por uma verdadeira mente criativa. Sim: É possível lembrar do FUTURO !

Muitos matemáticos, astrólogos e intelectuais da elite mundial como Einstein, Hawking e outros físicos e metafísicos, aceitam e possuem escritos que reforçam essa teoria, vivenciada pelos mesmos. Suas mais brilhantes (e simples) ideias e descobrimentos são resumidas e estão intimamente conectadas de um modo único com a teoria da autora do livro “FUTURE MEMORY” Ms. Atwater.

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Neste livro ela usa imagens simples e métodos acessíveis a qualquer pessoa interessada no assunto para explicar um complicado conceito da física e da matemática. Ela também relaciona suas pesquisas e experiências com o trabalho da elite intelectual formada por filósofos, psicólogos, neurocientistas e biólogos. A autora faz questão de não deixar perguntas sem respostas. Sua pesquisa é baseada em fatos, experiências pessoais e exaustivos estudos que comprovam sua teoria.

Time and space are modes by wich we think and not conditions in wich we live. Einstein

Para começar a compreender este fenômeno, é preciso repensar como encaramos nossa experiência com o “tempo”. Normalmente, nossa memória está relacionada com o que aconteceu. Aparentemente, esse não é um fato. Podemos sim lembrar do futuro antes mesmo de acontecer. O tempo não é linear, ou não é tão linear quanto aparenta ser. Einstein dizia que o tempo linear é um conceito que passamos a aceitar, mas este conceito é uma experiência relativa, dependente e não uma realidade imutável e consistente.

Apesar do tema parecer novo, é um conceito antigo. O povo grego considerava o aprendizado como sendo aquilo que podemos lembrar. Educação significava tirar conclusões ou obter respostas a partir daquilo que já sabíamos. Se educar era uma simples lembrança, relacionada a alma e não a aquisição de novos conhecimentos.

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É nossa percepção da realidade que determina nossa experiência. Não existe uma realidade objetiva fora da nossa compreensão. Experimentamos a realidade da nossa forma, individualizada e supostamente única. Ninguém “vê” a realidade como o outro a vê. Estamos todos conectados a uma consciência e energia cósmica, universal que parece ser plausível, parece fluir de acordo com nossa vontade. É nossa concepção da realidade que nos permite interagir e lidar em comunidade, aceitar fatos e acontecimentos em comum. Mas a verdade é que a experimentamos de forma individual e única.

Nossa habilidade criativa provém dessa forma de ver e compreender a realidade baseado naquilo que gostamos, amamos e nos interessamos e não aquilo que escondemos num cofre supersônico que ninguém pode abrir. Muitas vezes, o conteúdo criativo armazenado neste cofre se deteriora pelo desuso, pelo esquecimento.

The true art of memory is the art of attention (directing the mind) and intention (exerting the mind). Atwater

Atenção é essencial para focar sua mente para um lugar no tempo, ou simplesmente o colocar num tempo diferente daquele em que se encontra.

Intenção é o ato de se permitir participar de tudo que sua Atenção o proporcionou conquistar através da mente alerta.

Lembrar e praticar estas qualidades na nossa rotina diária, irá melhorar não só nossa habilidade criativa mas também nossa habilidade de compreender a realidade como ela realmente é. Ilusões desapareceram e a vida sutilmente se abrirá para você. Problemas passarão a desaparecer, sentimentos negativos e pensamentos disfuncionais e destrutivos se transformarão, pelo simples ato de ficar atento e atentar para aquilo que realmente importa.

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O livro vai a fundo e explica vários elementos que podem ajudar nossa percepção do futuro e da realidade como ela é. Abaixo você encontra algumas ações simples e práticas para exercitar a MEMÓRIA DO FUTURO:

  • Permita relaxar e perceba o ambiente em que está nos mínimos detalhes.
  • Permita que sua imaginação penetre nestes detalhes de forma concisa e provocativa.
  • Esteja consciente da maneira que processa toda essa informação, como seu fluxo de pensamento trabalha para chegar a conclusões. Perceba como categoriza e “julga” suas informações adiquiridas através da observação contemplativa e atenta.
  • Agora comece a imaginar como este ambiente seria no futuro.
  • Imagine um problema que tenha e o veja resolvido em sua mente. Imagine como conseguiu resolvê-lo.
  • Admita para si mesmo que todo este processo é real. Permita que sua mente aceite este processo como uma nova maneira de encarar o tempo.

Se conseguirmos ter compreender toda informação contida no livro e apenas praticar uma fração mínima daquilo que foi escrito com tamanha personalidade, nossa criatividade pessoal, nossa habilidade de lidar com a sociedade e nossa visão de mundo irão evoluir ao ponto de nunca mais voltar a viver na ilusão.


Baseado na resenha de autor desconhecido sobre o livro “FUTURE MEMORY” de P.M.H Atwater

Responsive Design (kind of) Demystified: A Starter Kit

September 19, 2014This talk is a primer on responsive design. It covers a lot in a short period of time but you’ll walk out knowing the basics of how to put together a responsive layout, hear about some new tools for you to learn on your own, and get a little glimpse into the future of responsive websites.We’ll briefly mention making or choosing a responsive WordPress theme, but we’re mostly talking HTML and CSS here. And we’ll try to keep it simple. In the world of design, simplicity is a beautiful thing.

via Dan Jaworsky: Responsive Design (kind of) Demystified: A Starter Kit.

LIBERDADE DE IMPRESSÃO

Quais são os últimos avanços tecnológicos da indústria impressa que fizeram uma diferença significativa na maneira que interagimos com esta mídia? Esta pergunta é frequente quando se fala na “morte da mídia impressa”. Felizmente, pessoas como Tim Milne da Artomatic tem uma visão “transcendental” e uma explicação até “existencialista” na prática de apreciar a mídia impressa, seu modo de ver e avaliar a essência desta mídia é muito interessante.

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A pergunta que deveria ser feita seria “Como os avanços nas outras mídias afetarão a industria de mídia impressa?” Como a mídia digital libertará a mídia impressa”?. Se passaram séculos e as pessoas simplesmente aceitaram as regras básicas da arte impressa: uma vez impressa, o resultado não pode ser mudado com um “Ctrl+Z”.

A mídia digital não sofre desta e de outras limitações, para alguns básicas, que de certo modo acaba restringindo sua eficácia na produção final do material impresso. Mídias digitais não requerem montanhas de dinheiro que servem caso algo saia errado: Você só precisa, basicamente, de um computador descente em seu quarto, uma conexão de internet e algum conhecimento tecnológico para fazer as coisas funcionarem produzindo para a mídia digital. Até a informação e sua maneira de trabalhar de fazer, sua arte muda conforme as últimas tendências, instantaneamente.

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Mídia digital irá trazer mais informação ao usuário do que somos capazes de imaginar. Com servidores remotos, nuvens de dados, Dropboxes e afins, poderemos guardar dados em quantidades massivas e, até certo ponto com segurança. Informações não terão limites de folhas e armazenamento. Nestes aspectos, entre outros, a mídia digital irá tomar o ‘papel’ que a mídia impressa tem feito ao longo dos séculos.

Agora a parte interessante.

Como os pintores impressionistas reagiram ao invento da câmera fotográfica, a mídia impressa se libertará para fazer um papel que está voltado para o espírito, a alma, a essência do objeto em si. Será um raro item de colecionador ter uma revista ou qualquer outra obra impressa em casa pois a experiência de possuir algo palpável é inigualável. Ao invés de dados, 0s e 1s, CDs e pendrives que podem ser descartados a qualquer momento, o objeto impresso tem e sempre terá um valor único, uma presença quase que atormentadora na estante de seu quarto, pois “um quarto sem livros é como um corpo sem alma”.

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As vezes, em certas ocasiões, eu tenho a impressão que minha vida não passa de dados gravados em CDs, em HDs e outras mídias, guardados em cases e em máquinas que a qualquer momento podem parar de funcionar e, metaforicamente, acabar com minha vida, como já aconteceu várias vezes nos primórdio dos HDs externos e nos CDs com data de validade. Lógico que a tecnologia evoluiu e agora eu me sinto muito mais seguro, mesmo assim, saber que tudo que possuo, tudo que sou está gravado num CD ou DVD me deixa desolado quando eu realmente penso nisso. Eu sou um número de RG, pois é praticamente a única coisa palpável que garante que eu sou quem eu afirmo ser. Enquanto minha arte, se é que posso dizer isso, está em sites, blogs que raramente tem visitantes e em DVDs amontoados pela minha mesa. Vendo por este prisma, é depreciativo, mas é fato, é a alternativa que tenho no momento. Eu me sinto desconfortável com essa situação, sinceramente vou ser pessoal nesta afirmação que eu não me sinto bem sabendo que o que tenho de mais valioso em termos profissionais estão guardados em DVDs e afins. Talvez eu esteja divagando demais.

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Voltando ao tema, como a pintura, a impressão teve seu começo com uma simples linha desenhada, a mais básica forma de comunicação entre seres humanos, antes até mesmo da fala e provavelmente começou praticamente na mesma época do que a música.

Um material impresso tem presença física, tem alma, espírito, e pode conversar com você de formas que vão além da mera informação. Pode fazer cócegas nas suas emoções. Pode lhe dar uma sensação de ser proprietário, ser parte de alguma coisa, de um drama, de ter importância.

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Toda forma de impressão dever ser ambiciosa na sua concepção. Tanto no conteúdo quanto na forma. Quando é feito de maneira apropriada, com certeza as pessoas vão comprar a ideia. Assim, se abrirão portas para uma relação contínua com o leitor, ou proprietário. Você dará uma degustação antes que eles possam pensar. Só precisa ser um objeto bem pensado, que exige criatividade para causar ‘impressão’, com informações curtas e saborosas. Simplesmente uma coisa bonita e interessante impressa. Paul Hand já dizia que “você não precisa ser extraordinário, você só precisa ser bom.” Uma frase aparentemente simples mas se for estudada, trará respostas inesperadas e inspiradoras.

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Conforme as tecnologias evoluem para um novo mundo midiático (muito em função do dinheiro), a mídia impressa irá descobrir seu real valor, seu verdadeiro poder de persuasão. Para desfrutar destas maravilhas artisticas que o tempo mostrará, você terá que começar a olhar para esta mídia com outros olhos, os olhos da compreensão e procurar arte de pessoas que entendem sobre os valores desta nova ordem, desta libertação da impressão. 

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Baseado no artigo de Tim Milne – ARTOMATIC.