DIGRESSIVE THOUGHTS

TRANSIÇÃO ALEATÓRIA 04-07-2010 (by J)

re-run all week long HERE

Playing with crocodiles, disguised as furry, cudly bunnies, stepping over gigantics rats, I see floating souls wondering about the limbo of the human conciuosness, traped in their own imagination, or what is left of it. Eyes look at me with no expression, shook up by ilusion, burried by their loniness.

I strugle to understand what the mind can not conceive. Cold words coming out from wobbling lips, endeless distorted sound waves, combining letters and creating frases with no context whatsoever that will soon be forgotten by the feeble mind, listening to the silence, alone in the dark of their soul.

shreded pieces of paper flooding the dirty floor by the hand striving to come out of its physical deprivation, unlimited loliness, endless suffering. Bare feet walking aroung wearing white clean coats, minds that reproduce what they see, uncapable to create or feel anything, illegal copies of what once was an individual, someone. Corpses piled up together into a place where you must be the same, you must not think but be led by other’s distorted thoughts. Mouths fed with organic material coming from the intelectual abyss, brought by people banned from the  paradise, the forgotten ones.

Brincando com crocodilos vestidos de coelhinhos passando por cima de ratos gigantes vejo almas vagando pelo infinito presas em sua própria imaginação.

Faces sem expressão me olham com emoção deturpadas pela ilusão soterradas pela solidão O tempo vaga pela imensidão de um grão de areia viajando a esmo no olho do furacão ofuscando a visão da criança no balanço servindo de alimento para a sanguessuga faminta por seu sangue.

Tentando entender aquilo que a mente não pode conceber ouvindo o ar saindo de lábios frios, vazios pernas se movendo num vacuo poluído por palavras completamente sem sentido combinando letras que não vão ser entendidas sutilmente organizadas de forma desconexa conteúdo nulo sendo jogado a esmo esquecido no próximo segundo. infinito removendo as unhas sujas de meus dedos contorcidos pelas cordas do violão empenado papéias rasgados no chão sujo pela mão em vão que tentam sair da solidão pés descalço e sujos vestindo jalécos brancos poluem um ar já fétido, necrosado pelos lábios se movendo no vazio tentando ser alguém, mas sem ver a si mesmo fracas personalidades distraidas mentes que não pensam mas reproduzem uma cópia barata, pirata, escassa de algo escrito por pessoas inexistentes provenientes de um lugar falido esquecido apodrecido corroido pelo material organico jogado no abismo trazidos pelos vermes banidos do paraiso.

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