QUEM ESTÁ NO CONTROLE

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No one outside Facebook knows for sure how it does this, and no one inside the company will tell you. And yet the results of this automated ranking process shape the social lives and reading habits of more than 1 billion daily active users—one-fifth of the world’s adult population. The algorithm’s viral power has turned the media industry upside down, propelling startups like BuzzFeed and Vox to national prominence while 100-year-old newspapers wither and die. It fueled the stratospheric rise of billion-dollar companies like Zynga and LivingSocial—only to suck the helium from them a year or two later with a few adjustments to its code, leaving behind empty-pocketed investors and laid-off workers. Facebook’s news feed algorithm can be tweaked to make us happy or sad; it can expose us to new and challenging ideas or insulate us in ideological bubbles.

 

And yet, for all its power, Facebook’s news feed algorithm is surprisingly inelegant, maddeningly mercurial, and stubbornly opaque. It remains as likely as not to serve us posts we find trivial, irritating, misleading, or just plain boring. And Facebook knows it. Over the past several months, the social network has been running a test in which it shows some users the top post in their news feed alongside one other, lower-ranked post, asking them to pick the one they’d prefer to read. The result? The algorithm’s rankings correspond to the user’s preferences “sometimes,” Facebook acknowledges, declining to get more specific. When they don’t match up, the company says, that points to “an area for improvement.”

 

“Sometimes” isn’t the success rate you might expect for such a vaunted and feared bit of code. The news feed algorithm’s outsize influence has given rise to a strand of criticism that treats it as if it possessed a mind of its own—as if it were some runic form of intelligence, loosed on the world to pursue ends beyond the ken of human understanding. At a time when Facebook and other Silicon Valley giants increasingly filter our choices and guide our decisions through machine-learning software, when tech titans like Elon Musk and scientific laureates like Stephen Hawking are warning of the existential threat posed by A.I., the word itself—algorithm—has begun to take on an eerie affect. Algorithms, in the popular imagination, are mysterious, powerful entities that stand for all the ways technology and modernity both serve our every desire and threaten the values we hold dear.

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Promessas não cumpridas

Todo final de ano, para alguns, é a mesma história: promessas não cumpridas, nem a curto muito menos a longo prazo. Não importa qual o tipo da promessa que fazemos, nossa habilidade de ‘ir até o fim’ está ficando cada vez mais fraca. Alguns chamam de ‘síndrome da segunda-feira’ ou ‘síndrome do ano novo’ ou qualquer título parecido. O resultado é um só: empurramos com a barriga, nos iludindo com nossas próprias promessas que vamos mudar de alguma maneira e por alguma razão, isso não acaba acontecendo. Por que não começar agora ou na próxima hora, ou melhor: o mais rápido possível.

coisas boas levam tempo

A esta altura do ano (último dia de 2015) a lista de mudanças deve estar grande, num lugar ‘religioso’, bem visível, compartilhada nas suas redes sociais, comentadas com praticamente todos os seus círculos de amigos. Como dizia aquela música, ‘quem quer faz agora, não espera acontecer.’

Corte os vícios aos poucos. Uma medida radical pode estragar todo seu autocontrole. E o estoque dele em você é limitado.

Parece inevitável a sede de mudança que temos. Sim queremos realmente mudar, melhorar, abolir velhos hábitos ruins e nos programar para adquirir hábitos saudáveis, construtivos, mas por alguma razão maior do que nós, não conseguimos dar continuidade a tais planejamentos, a tais mudanças de comportamento, enfim…Na verdade o homem sempre foi mais condicionado a pensar mais no presente e o que ainda não veio, parece ser ilusão, mas sempre colocamos acertamos nosso despertador, compramos agendas, relógios etc.

BITUCA

“O agora parece sempre mais concreto e importante do que a recompensa que só virá no futuro, que passou a ser incerto” explica Michelle vanDellen, professora de psicologia da Universidade da Geórgia, EUA

O que nos impede? Pergunta pertinente que cada um deve fazer a si mesmo. Grande parte deste ostracismo diante a mudanças é o tamanho delas. Uma mudança radical de comportamento por exemplo leva tempo e isso parece ser muito difícil de entender. Perdemos a noção de como lidar com aquilo que leva tempo. Leituras dinâmicas, aprenda um idioma em três meses, leia um livro em dois dias, promoções relâmpago que o cérebro não está preparado para executar, sem contar que algumas são falsas. Um livro deve ser ruminado, um idioma leva tempo para ser ‘incorporado’ na rotina do cérebro, não vou conseguir aprender a ‘ser feliz’ em 10 etapas.

CRINÇAS NO MAR

“O homem de hoje é muito parecido com o homem das cavernas, no sentido de querer saciar seus instintos como fome, preservação e prazer” diz Robson Nascimento, pesquisador da UFMG.

Na rápida era da informação de hoje, tudo é muito efêmero. Eu não consigo escutar todas as músicas que baixo num dia, não consigo ler tudo que me programei para ler, não consigo fazer tudo que gostaria de ter feito num dia. É aqui que acontece a terrível ‘frustração’. Como lidar?

gato bebendo agua

Traçar planos para chegar ao objetivo, seja ele qual for, do menor ao mais complexo, é o começo. O que acontece é que, quando perdemos algumas etapas deste planejamento, o grande objetivo parece ficar mais distante ainda. Temos a tendência de olhar pros pequenos erros de percurso como se eles fossem mais importantes do que o grande prêmio em si. Acidentes de percurso acontecem, mas o foco deve estar sempre no final da caminhada e não nos pequenos erros que eventualmente cometemos trilhando o caminho.

Aprender a ter em mente sempre o objetivo final é essencial para alcançar qualquer meta. Distrações acontecem a todo momento. Quando eu começo a usar a internet para ler meus Feeds de notícias, sempre acontece alguma coisa que me tira a atenção, algum link, alguma imagem, um cachorro latindo, o vizinho brigando, uma atualização de um software que aparece nas horas mais inoportunas…

mulher lendo

Foco é a palavra da ordem. Sem foco nada acontece no longo prazo. Nem a curto prazo, sem foco tudo fica mais difícil de ser realizado. Por isso, aprender a meditar é de extrema importância nos dias de hoje. Com tanta distração que não leva a nada nos bombardiando a todo momento, a todo clique, a toda página que visitamos, a todo canal que assistimos, aprender a focar naquilo que estamos fazendo e seu propósito maior é de extrema importância.

Aprender a dosar o controle também é importante. O segredo dessa escassez de controle sobre si mesmo está numa substância chamada ‘histamina’, que é liberada em situações como o estresse. Ela nos ajuda a ficar alertas e, portanto, controlados. Isso explica por que alguém que segue rigorosamente uma meta ás vezes vacila em outra, como engordar depois de parar de fumar. É que esvaziamos a cota da disciplina. Dica: não a use de uma vez. Mantenha a linha dura consigo mesmo, seja verdadeiro e realista – mas não esqueça de liberar alguns agradinhos de vez em quando.

FREAKS

Eu sou suspeito para falar dos ‘freaks’. Por muito tempo eu me senti como um tipo de pessoa que não se ‘encaixava’ em nicho algum. Depois de procurar em vão algum lugar externo que eu pudesse ‘pertencer’, agora eu procuro me encontrar numa aventura interior. A cada lugar que eu visite, cada pessoa que eu encontre, que eu converse, eu fico cada vez mais perto de me encontrar no único lugar que eu realmente possa me achar, minha mente.

A loucura, longe de ser uma anomalia, é a condição normal humana. Não ter consciência dela, e ela não ser grande, é ser homem normal. Não ter consciência dela e ela ser grande, é ser louco. Ter consciência dela e ela ser pequena é ser desiludido. Ter consciência dela e ela ser grande é ser gênio.Fernando Pessoa.

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